O carcinoma espinocelular, também chamado de CEC, é um câncer de pele que nasce em células da camada mais superficial da pele. Em muitos casos ele é tratado com sucesso, especialmente quando identificado cedo.
Diferentemente de uma irritação passageira, a lesão tende a persistir ou evoluir. Por isso, vale prestar atenção em áreas ásperas, feridas e crescimentos que não voltam ao normal.
Quais sinais são mais comuns?
O CEC pode aparecer como placa vermelha e descamativa, ferida com crosta, nódulo firme ou crescimento semelhante a uma verruga. Pode doer, ficar sensível ou sangrar, mas também pode não causar nenhum incômodo.
Áreas expostas ao sol merecem atenção
Rosto, orelhas, lábios, couro cabeludo e dorso das mãos são locais frequentes. O tumor também pode surgir em cicatrizes antigas, feridas crônicas e outras regiões, então a análise não deve se limitar à exposição solar.
Diagnóstico e planejamento
O dermatologista avalia a aparência, a localização e a história da lesão. A biópsia confirma o diagnóstico e mostra características importantes. O tratamento é planejado de acordo com o risco, podendo incluir cirurgia convencional ou Mohs em situações selecionadas.
Depois do tratamento
O acompanhamento serve para verificar a cicatrização, reconhecer uma possível recorrência e examinar o restante da pele. Fotoproteção e observação regular continuam importantes.
Este conteúdo é informativo e não substitui uma consulta. Cada pele e cada história precisam de avaliação individual.
